Maioria vê Flávio Bolsonaro como provável vencedor, e imprensa internacional destaca força da direita brasileira

A percepção de quem deve vencer a eleição presidencial coloca o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente nas expectativas dos eleitores, segundo levantamento do Datafolha. Divulgada em 16 de outubro, a pesquisa mostra que 54% dos entrevistados consideram que Flávio vencerá o segundo turno, enquanto 37% apontam o presidente Lula da Silva (PT) como provável vencedor. Outros 10% não souberam responder. O indicador mede a expectativa dos entrevistados sobre o resultado da eleição, e não necessariamente a intenção de voto. No mesmo levantamento, Flávio aparece com 47% das intenções de voto, ante 45% de Lula. Considerada a margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos estão em empate técnico. Nos votos válidos, que excluem brancos e nulos, o resultado é de 51% a 49% para o senador. A pesquisa ouviu 2.520 pessoas em 153 municípios, nos dias 13 e 14 de outubro, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00466/2026.  Imprensa internacional acompanha a disputa A disputa brasileira também ganhou destaque em veículos internacionais. O argentino La Nación abordou a redução da vantagem de Flávio nas pesquisas, enquanto o uruguaio El País destacou a aproximação entre os candidatos e a importância da transferência de votos dos eleitores que apoiaram outros nomes no primeiro turno. A agência americana Bloomberg também repercutiu o cenário eleitoral. Pesquisa PoderData/Aya divulgada em 16 de outubro mostrou empate entre os candidatos nos votos válidos, com 50% para cada um. Os levantamentos mais recentes apontam diferenças conforme o instituto e a metodologia, mas mantêm a disputa dentro da margem de erro em diversas simulações.  Alianças e votos indecisos entram na reta final A cobertura internacional também destaca a busca por apoios políticos e a disputa pelos eleitores que escolheram candidatos derrotados no primeiro turno, votaram em branco ou anularam o voto. Flávio ampliou alianças com partidos e lideranças de direita, enquanto Lula procura mobilizar sua base e atrair eleitores ainda disponíveis para mudar de posição.  
Fonte: Clique aqui

Deixe o primeiro comentário