Pesquisa mostra STF como instituição mais associada ao escândalo do Banco Master

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (11) pelo instituto Meio/Ideia revela que o Supremo Tribunal Federal (STF) é a instituição mais associada pelos brasileiros ao escândalo envolvendo o Banco Master, fundado pelo banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o levantamento, 35% dos entrevistados que afirmam conhecer o caso relacionam diretamente o STF às investigações. Em seguida aparecem o governo federal, citado por 21,3% dos participantes, e o Congresso Nacional, mencionado por 17,9%. Além disso, 25,8% dos entrevistados disseram associar o episódio a todas as instituições listadas, indicando que o caso ganhou dimensão política e institucional no debate público. Conhecimento do escândalo ainda divide opiniões Antes de questionar sobre as instituições associadas ao caso, os pesquisadores avaliaram o nível de conhecimento da população sobre o episódio. Aos entrevistados foi feita a pergunta: “Você tomou conhecimento do chamado caso Master, envolvendo membros do Supremo Tribunal Federal?” O resultado mostrou que 48% disseram estar cientes do escândalo, enquanto 30% afirmaram ter ouvido falar, mas sem certeza, e 22% declararam não conhecer o caso. Os dados indicam que o episódio já alcançou grande visibilidade no debate político nacional, especialmente em meio às investigações conduzidas por autoridades federais. Caso Master ganha dimensão institucional O caso envolvendo o Banco Master ganhou repercussão após operações da Polícia Federal do Brasil e decisões judiciais no âmbito do próprio Supremo Tribunal Federal. As apurações investigam suspeitas de irregularidades financeiras e possíveis conexões com estruturas de acesso a informações sigilosas, tema que passou a mobilizar discussões no meio político e jurídico em Brasília. O banqueiro Daniel Vorcaro chegou a ser alvo de operações policiais e decisões judiciais recentes, o que ampliou a exposição do caso na opinião pública. Metodologia da pesquisa O levantamento foi realizado entre os dias 6 e 10 de março, com 1.500 eleitores entrevistados por telefone em todo o país. A pesquisa possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Contratado pelo Canal Meio, o estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00386/2026.
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