Serviços essenciais estão entre os empregos menos afetados pela era IA, diz OpenAI
O estudo “The AI Jobs Transition Framework”, publicado pela OpenAI, em abril, mostrou que os empregados associados a serviços essenciais serão os menos afetados pela inteligência artificial no mercado de trabalho no curto prazo. Segundo o relatório da empresa, zeladores, trabalhadores de fast food, motoristas e garçons representam quase a metade das ocupações analisadas (46%), e são os empregos com menos mudanças imediatas na era da IA. Para chegar a esse resultado, pesquisadores analisaram mais de 900 ocupações, cobrindo 99,7% do mercado de trabalho dos EUA. O que diz a pesquisa 46% dos empregos terão menos mudanças imediatas: incluem trabalhos mais físicos ou de serviços essenciais, como zeladores, trabalhadores de redes de fast food, motoristas de caminhão, garçons , estoquistas , bombeiros 24% serão reorganizados: áreas que possuem alta exposição à IA, mas que mantêm forte necessidade da presença humana, como professores, enfermeiros, juízes e taquígrafos/escrivães de tribunais 18% que correm alto risco de automação: profissões com alta exposição à tecnologia aliada a uma fraca necessidade de envolvimento humano. Exemplos incluem auxiliares de contabilidade, atendimento ao cliente, digitadores de dados e caixas 12% dos empregos vão crescer com a IA: ocupações onde a IA ajuda a expandir a escala de produção. Nesta categoria estão os desenvolvedores de software e os designers gráficos Segundo os autores, as categorias não são previsões exatas de perda de empregos, mas sim um “mapa” das pressões de transição. Para lidar com os efeitos da IA, o relatório sugere que governos e empresas ajam de forma direcionada, fornecendo requalificação e assistência a transição para os empregos que estão em risco, enquanto monitora áreas menos afetadas.
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