Anvisa determina recolhimento de lote de água mineral Crystal por contaminação por bactéria
Continua após a publicidade Continua após a publicidade Continua após a publicidade A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da comercialização, distribuição e uso, além do recolhimento voluntário, de um lote específico de água mineral natural sem gás da marca Crystal. A medida foi motivada após exames laboratoriais confirmarem a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras do produto, o que desatende as normas de padrões microbiológicos vigentes. O recolhimento atinge o lote P 200126, composto por garrafas plásticas de 500 ml. O produto foi envasado pela empresa Mineração Bom Jesus Ltda., localizada no município de Luziânia (GO), unidade integrante do Sistema Coca-Cola. No total, o lote sob restrição sanitária engloba 374,4 mil garrafas, que foram distribuídas comercialmente em quatro unidades federativas brasileiras: • Distrito Federal: Recebeu o maior volume, totalizando 230.443 garrafas; • São Paulo: 75.750 garrafas enviadas para o interior (Sorocaba, Itapetininga, Itu, São Roque e Tatuí); • Goiás: 66.768 garrafas distribuídas em municípios do entorno do DF e outras cidades (como Luziânia, Valparaíso, Formosa e Catalão); • Tocantins: 1.439 garrafas destinadas às cidades de Arraias, Combinado e Novo Alegre. De acordo com as informações repassadas pela fabricante às autoridades reguladoras, a empresa iniciou o recolhimento imediato junto aos pontos de venda e estima que 99,2% das unidades desse lote já foram retiradas de circulação. Caso o comprador identifique o lote P 200126, a orientação oficial da Anvisa é interromper imediatamente o consumo do produto. O cidadão deve entrar em contato com a assistência ao consumidor da empresa responsável pelo envase para solicitar a substituição gratuita da mercadoria ou o reembolso do valor pago. O atendimento é realizado pelo telefone 0800 061 5000 ou pelo e-mail [email protected]. A investigação teve início a partir de uma coleta de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa-DF), com análise do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF). Em nota oficial, a Mineração Bom Jesus ressaltou que efetuou testes em mais de 300 amostras internas e que os resultados foram negativos para contaminações,
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