Após ameaça de greve, governo promete fechar acordo no Congresso para aprovar MP do Frete
Continua após a publicidade Continua após a publicidade Continua após a publicidade A mobilização dos caminhoneiros autônomos para salvar a MP 1343 (Medida Provisória dos Fretes) ganhou um direcionamento explícito por parte das lideranças da categoria. Wallace Landim, conhecido como “Chorão” e presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), externou que a responsabilidade de evitar uma paralisação nacional está diretamente associada à liderança do Senado Federal. A medida perde a validade constitucional nesta quinta-feira, 16 de julho de 2026. Diante do risco de caducidade, lideranças orientaram os motoristas a não iniciarem novas viagens desde o início desta semana para acompanhar de perto as negociações do Congresso. De acordo com pronunciamento da categoria, a votação da matéria tornou-se urgente para assegurar as garantias vigentes desde março: Foco no Senado: Chorão declarou publicamente que a decisão de pautar o texto recai sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), alertando que a categoria não aceitará o vencimento da medida; Sinalização e Consenso: Embora houvesse sinalizações de votação para esta terça-feira (15), deputados e senadores da base aliada e da oposição intensificaram reuniões no início da semana para costurar um relatório de consenso que pudesse destravar a pauta. A Medida Provisória dos Fretes foi apresentada originalmente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como uma resposta à alta internacional do óleo diesel decorrente dos conflitos armados no Oriente Médio. O texto reúne dispositivos de proteção econômica para os motoristas autônomos: Cumprimento do Piso Mínimo: Consolida regras para que empresas do setor logístico que descumprirem a tabela do frete mínimo sofram multas e sanções administrativas severas; Direitos Financeiros: Estabelece diretrizes para a criação de um salário base para a categoria; Anistia de Penalidades: Contempla propostas para anistiar determinadas multas acumuladas por transportadores autônomos. Por conter regras rígidas de cobrança sobre o transporte rodoviário de cargas, o tema gera debates intensos e enfrenta forte resistência de setores industriais e de grandes embarcadores. Nenhum comentário Mostrar mais comentários* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
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